LITERATURINHA
Ciclo de leituras encenadas para maiores de 6 anos
Disponível para itinerância


Iniciar meninos e meninas
na fruição estética dos clássicos da literatura infanto-juvenil, eis o móbil de «Literaturinha», o ciclo de leituras encenadas, sob direcção do teatromosca, que o Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, vem acolhendo, mensalmente, desde Outubro de 2006 e, agora, se disponibiliza, em regime de itinerância, para escolas, bibliotecas e auditórios de todo o País.

O dispositivo cénico de «Literaturinha» é elementar e portátil: dois actores/leitores, duas malas, objectos dentro. Cenário, som e luz: mínimos. O que conta: a história, as estórias.

 

As sessões disponíveis para itinerância são as seguintes...

 

Alice no Jardim
A partir de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll
Adaptada do celebérrimo romance «Alice no País das Maravilhas», obra-prima do escritor, matemático e fotógrafo Lewis Carroll, a leitura proposta valoriza o conceito de jardim, aduzido como metáfora poética de «lugar da imaginação». Os actores/leitores multiplicam-se por dois: dois Lewis Carroll, duas Alices, dois Coelhos. Também há um rato timorato, uma lagarta fleumática e um apetecível bolo de chocolate.

 

O Silêncio de Rocinante
A partir de O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de La Mancha, de Cervantes
Se Cervantes lhe tivesse dado voz, que contaria Rocinante, o débil cavalo de D. Quixote de La Mancha? Em tempo de celebração dos 600 anos sobre a publicação da primeira parte do texto seminal de Cervantes, a leitura que se segue escolhe e reconta episódios do romance na inesperada perspectiva do equídeo.

 

 

O Amigo Dedicado
A partir do conto homónimo de Óscar Wilde
O pequeno e pobre Hans é o mais dedicado de todos os amigos que conhecer se possa. Ao rico moleiro, por exemplo, Hans ofereceu quase tudo o tinha para oferecer (que era muito pouco). Do moleiro, em troca, recebeu um ex-carrinho de mão  e grandiloquentes discursos sobre o valor da amizade. Será que a amizade vale alguma coisa? Wilde responde.

 

 

Minotauro versus Teseu
A partir do mito grego da Antiguidade Clássica
Desenhado por Dédalo, o arquitecto e artesão, e mandado erigir pelo rei Minos, um labirinto, situado na ilha de Creta, esconde uma terrível criatura. Um homem gigante, com cabeça de touro, que sobrevive, há muitos anos, com a mesma dieta: rapazes e raparigas atenienses que, de nove em nove anos, lhe são enviados, em sacrifício. Teseu, príncipe de Atenas, num acto de coragem e astúcia, decide partir para Creta para derrotar o Minotauro. O duelo segue dentro de momentos.

 

 

O Macaco de Rabo Cortado
A partir do conto tradicional português, reescrito por António Torrado
Era uma vez um macaco mariola que tinha vergonha do rabo que tinha. Foi ao barbeiro e, zut!, rabo para um lado, macaco para o outro. Só que, depois, ficou maluco e só fez foi macacadas. Tantas ou tão poucas que acabou em telhados de casas a tocar guitarradas. Vamos ouvir?

 

A Espada do Rei Artur
A partir do mito medieval britânico
Uma fraga, em meio de um cemitério, tem cravada, no topo uma grande e bela espada. No seu flanco, cinzelada, pode ler-se a seguinte inscrição: Aquele que esta espada aliviar o vero soberano será da Inglaterra inteira. OjovemArtur,o verdadeiro sucessor de Uther Pendragon, desconhece o seu destino, mas apenas ele poderá quebrar o feitiço e assumir o trono.

 

 

Viagem a Lillipute
A partir de As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift
No ano da graça de 1699, o médico Lemuel Gulliver decide embarcar no Antelope. Segue-se um violento naufrágio, e Gulliver, moribundo, aporta numa ilha singular: os seus nativos medem menos de seis polegadas de altura. Essa ilha, denominada Lillipute, encontra-se em guerra com a ilha vizinha, Blefuscu. Gulliver, depois de passar as passas do Algarve, ou melhor, de Lillipute, desempenhará um papel determinante no desenrolar do conflito insular.

 

O QUARTO REI MAGO (Leitura de Natal)
a partir de The Other Wise Man, de Henry Van Dyke
Ao contrário dos outros três, Artaban, o quarto rei mago, faltou ao nascimento de Jesus. As oferendas que trazia- uma safira, um rubi e uma pérola- usou-as para ajudar os enfermos e necessitados que cruzaram o seu caminho. Nisto gastou trinta e três anos até ao dia em que, finalmente, encontrou o nazareno no cimo de uma cruz.

 

Viagem à Lua Num Pau de Cerejeira
a partir de um conto tradicional macaense
Enamorado pela lua, o jovem imperador Meng Uóng imagina alcançá-la. Guiado por Tien-o-Tzê, seu mestre, e com a ajuda de um simples pau de cerejeira, ambos encetam a onírica viagem. O imperador segue de olhos fechados; o mestre desvela-lhe o caminho. Na lua, são anfitriados por Seong-Ngó, imperadora do astro branco, e por um tigre mal-humorado que não gosta de visitas.

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Direcção| Filipe Araújo e Paulo Campos dos Reis Interpretação/ leitura| Pedro Alves, Filipe Araújo, Susana Gaspar, Pedro Mendes, Paulo Campos dos Reis e Iolanda Santos Apoio ao movimento Diana Alves Grafismo| Alex Gozblau Fotografia| António Rodrigues Produção executiva| Pedro Alves (teatromosca) Co-produção| teatromosca e Centro Cultural Olga Cadaval Apoios| Câmara Municipal de Sintra, Junta de Freguesia de Santa Maria e S. Miguel, El Corte Inglés, Sport Zone e Foreva

 

Duração de cada sessão
40 minutos aproximadamente [sem intervalo]

Público-alvo
Maiores de 6 anos

Para mais informações (orçamentos, agendamentos e condições de apresentação), não hesite em contactar-nos por mail ou por telefone (ver Contactos).

 

 





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